A série Postal é uma das mais controversas e cultuadas da história dos games, marcada pela violência exagerada, pelo humor negro sem freios e por uma reputação que a própria desenvolvedora, a Running with Scissors, faz questão de manter. Todos os jogos giram em torno do Postal Dude, um sujeito comum que só quer cumprir tarefas banais ao longo de uma semana, comprar leite, pegar um autógrafo, devolver um livro, mas que acaba mergulhado no caos sempre que o jogador decide reagir na violência. Se você quer uma resposta direta de por onde começar, a dupla certa é Postal 2, o clássico cult de mundo aberto, e Postal: Brain Damaged, o mais bem avaliado da franquia e ideal para quem gosta de FPS old school.
Abaixo você encontra a história da série, uma tabela rastreável com todos os títulos e onde jogá-los atualmente, o ranking completo do pior ao melhor segundo a crítica e uma orientação final de por onde entrar conforme o seu gosto. É o guia definitivo para olhar além das polêmicas e focar na diversão.
O que é a série Postal?
Postal nasceu como um jogo de tiro isométrico visto de cima, lançado pela Running with Scissors, estúdio fundado por Vince Desi que transformou a provocação em identidade. A premissa nunca muda muito: o Postal Dude tem uma lista de afazeres corriqueiros para cumprir, mas o mundo ao redor reage de forma cada vez mais hostil, e o jogo entrega ao jogador a liberdade de escolher entre a paciência e a bala. Essa mistura de rotina banal com violência opcional é justamente o que tornou a franquia um marco da contracultura nos games.
Um traço curioso é que quase todo título muda a perspectiva de câmera. O Postal original é isométrico, o Postal 2 é em primeira pessoa, o Postal 3 aposta na terceira pessoa e os spin-offs experimentam outros formatos. A série ficou tão marcada na cultura pop que rendeu uma adaptação para o cinema dirigida pelo polêmico Uwe Boll, com direito a participação caricata do ex-presidente George W. Bush, e mais tarde um documentário chamado Going Postal, que celebra os 25 anos da franquia e sua reputação de rebeldia dentro da indústria.
Vale um aviso de cânone que confunde muita gente: a Running with Scissors renega o Postal 3, feito em parceria com outros estúdios, a ponto de ter produzido o Postal 4 como sequência direta do Postal 2, ignorando de propósito o terceiro jogo. A franquia segue viva, com a desenvolvedora anunciando novos projetos como o Flesh & Wire, um retorno sombrio ao tema e à ambientação do Postal original, previsto para PlayStation 5 e PC.
Tabela de todos os jogos da série Postal
Esta tabela reúne os principais títulos da franquia com o tipo, o gênero, a nota da crítica no Metacritic e onde jogá-los hoje. Repare no ponto que nenhum outro guia destaca: o custo de entrada é irrisório, já que o primeiro jogo é gratuito e os demais costumam aparecer com descontos pesados nas lojas digitais.
| Jogo | Tipo | Gênero | Metascore | Onde jogar atualmente |
|---|---|---|---|---|
| Postal: Brain Damaged | Jogo | FPS old school | 71 | PC, PS4, PS5, Switch |
| Postal 2: Share the Pain | DLC de Postal 2 | Multiplayer | 59 | PC (parte do Postal 2) |
| Postal | Jogo | Tiro isométrico | 56 | PC (grátis no Steam) |
| Postal Redux | Remake | Tiro isométrico | 54 | PC, PS4, Switch |
| Postal 2 | Jogo | FPS de mundo aberto | 50 | PC (Steam) |
| Postal 2: Apocalypse Weekend | Expansão de Postal 2 | FPS | 45 | PC (parte do Postal 2) |
| Postal 4: No Regerts | Jogo | FPS de mundo aberto | 30 | PC, PS4, PS5 |
| Postal 3 | Jogo | Tiro em terceira pessoa | 24 | PC (descontinuado) |
A seguir, o ranking completo do pior ao melhor segundo a recepção da crítica. Serve como termômetro de qualidade, mas lembre que parte do charme de Postal está em abraçar o caos, então até os piores colocados têm seus defensores fiéis.
8. Postal 3
Metascore: 24

- Plataforma(s): PC
- Desenvolvedora: Running with Scissors, Akella, TrashMasters Studios
- Gênero(s): Tiro em terceira pessoa
O ponto mais baixo da franquia e, para muitos, um dos maiores tropeços da série de tiro moderna. Quando saiu, boa parte dos jogadores sentiu que o humor característico da Running with Scissors havia envelhecido mal, e nem a parceria com a Akella e o estúdio TrashMasters conseguiu salvar o resultado. A mudança para a terceira pessoa afastou a série da fórmula que a consagrou, entregando um jogo mais linear e engessado do que os antecessores de mundo aberto.
A proposta central era dar ao jogador a escolha entre um caminho bom ou insano, o que rendia momentos caóticos pontuais. Na prática, porém, a ausência de um objetivo claro, a repetição das missões e uma pilha de problemas técnicos afundaram a experiência. O jogo tenta chocar, mas esquece de divertir, algo raro para uma série que sempre soube equilibrar o absurdo com a jogabilidade solta.
O detalhe mais revelador é político dentro da própria franquia: a Running with Scissors renega o Postal 3 e o trata como fora do cânone, tanto que fez o Postal 4 ser a continuação direta do Postal 2, apagando o terceiro jogo da linha do tempo oficial. Ainda assim, há quem defenda que a fama de pior é exagerada e que, longe da comparação com Postal 2, ele funciona como um estudo curioso de um desenvolvimento problemático.
Hoje é o título mais difícil de recomendar, e não só pela qualidade: ele está praticamente descontinuado e some das lojas com frequência. Se a sua meta é entender por que a série é cultuada, este é justamente o jogo que dá para pular sem culpa alguma.
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7. Postal 4: No Regerts
Metascore: 30

- Plataforma(s): PC, PlayStation 4, PlayStation 5
- Desenvolvedora: Running with Scissors
- Gênero(s): Mundo aberto, FPS
Anunciado com pompa como a verdadeira sequência do Postal 2, o Postal 4 chegou carregando a expectativa de resgatar a essência que o terceiro jogo havia perdido. A estrutura volta ao mundo aberto por dias da semana, com o Postal Dude cumprindo tarefas em uma nova cidade, e a Running with Scissors retoma o comando total do desenvolvimento, sem estúdios terceiros no caminho.
O caminho até o lançamento foi incomum: o jogo passou um longo período em acesso antecipado no Steam, uma decisão tomada para financiar a produção e envolver a comunidade nas mudanças. A ideia era boa no papel, mas o resultado final dividiu opiniões de forma dura. Muitos jogadores e críticos apontaram bugs, desempenho instável e um humor que soa datado, preso a piadas que já não funcionam como antes.
A recepção ficou ligeiramente acima da do Postal 3, o suficiente para escapar do último lugar, mas longe de convencer a base. Há uma leitura interessante por trás disso: parte do fascínio da Running with Scissors vem de brincar com a fama de fazer o pior jogo de todos os tempos, um rótulo que o estúdio veste com orgulho quase performático, o que embaralha a fronteira entre o defeito genuíno e a provocação proposital.
Depois do lançamento no PC, o jogo também chegou ao PlayStation 4 e ao PlayStation 5, ampliando o alcance para os consoles. Costuma aparecer com metade do preço em promoções, então é uma opção viável para quem quer a experiência Postal mais moderna em mundo aberto e não se incomoda com as arestas técnicas.
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6. Postal 2: Apocalypse Weekend
Metascore: 45

- Tipo: Expansão de Postal 2
- Plataforma(s): PC
- Desenvolvedora: Running with Scissors
- Gênero(s): FPS
Embora não seja um jogo independente, esta expansão de Postal 2 merece o próprio lugar no ranking pela reviravolta que trouxe à história do Postal Dude. Ela desmente a impressão de que o protagonista havia morrido no fim do segundo jogo: ele acorda no hospital da cidade de Paradise cercado por cartões de melhoras que, na verdade, escondem ameaças de um dono de canil, de um latifundiário e da própria esposa, todos personagens que ele tentou evitar da pior forma possível.
O tom sobe alguns degraus na escala do absurdo. A cidade é tomada por zumbis infectados pelo vírus da vaca louca, e o Postal Dude precisa atravessar esse cenário apocalíptico enquanto detona bombas e improvisa a fuga. É uma expansão que aposta pesado no exagero e amplia a loucura do jogo base, com direito a novas armas e situações que empurram o humor negro ao limite.
Como conteúdo adicional, o Apocalypse Weekend exige o Postal 2 original para funcionar, então não é um ponto de entrada para novatos. Ele funciona melhor como uma sobremesa para quem já terminou a campanha principal e quer mais do mesmo caos, agora com uma pegada de sobrevivência contra hordas. A franquia flerta com o gênero de forma tão natural que rende comparação direta com nossa lista dos melhores jogos de zumbis.
A nota mediana reflete mais o fato de ser um DLC de escopo limitado do que um problema de qualidade. Para o fã de Postal 2, é uma extensão quase obrigatória, que injeta variedade e um clima diferente no sandbox já conhecido.
5. Postal 2
Metascore: 50

- Plataforma(s): PC
- Desenvolvedora: Running with Scissors
- Gênero(s): FPS, mundo aberto
Apesar da nota mediana da crítica, Postal 2 é, para a maioria dos fãs, o verdadeiro coração da série e o título que a transformou em fenômeno cult. A proposta era radical para a época: uma caricatura ácida da América em uma cidade aberta onde você recebe uma lista de tarefas para a semana e total liberdade para resolvê-las como quiser. Dá para atravessar o jogo inteiro sem disparar um tiro ou virar um pesadelo ambulante, e essa escolha nas mãos do jogador é a genialidade do design.
O tom é bem mais cômico que o do jogo original, com uma violência burlesca que beira o pastelão. São detalhes memoráveis como pegar o autógrafo de uma celebridade em meio ao caos, urinar em inimigos para desarmá-los ou provocar reações absurdas dos NPCs. Nem todo mundo curte esse tipo de humor, mas quem entra na brincadeira encontra um dos sandboxes mais livres e imprevisíveis já feitos.
O que impressiona é como ele envelheceu bem enquanto experiência. Mais de duas décadas depois, a comunidade ainda aponta que não existe nada realmente parecido no mercado, com jogadores comparando apenas Saints Row de longe pelo humor. O grande trunfo é o suporte a mods na oficina Steam, incluindo modificações que adicionam cooperativo e que renovam o jogo indefinidamente. É a definição de clássico cult que sobrevive pela comunidade.
Some a isso o preço: Postal 2 costuma custar quase nada em promoção, e ainda recebeu a expansão Paradise Lost, que amplia bastante o conteúdo. Se você quer a experiência Postal mais autêntica e representativa, é por aqui que se deve começar. Para quem gosta do gênero, vale cruzar com nossa seleção dos melhores jogos de tiro.
4. Postal Redux
Metascore: 54

- Plataforma(s): PC, PS4, Nintendo Switch
- Editora: Running with Scissors
- Gênero(s): Tiro isométrico
Postal Redux é a ponte perfeita entre o passado e o presente da série: um remake em alta definição do jogo original, reconstruído na Unreal Engine 4. Ele resgata a ação isométrica frenética que deu início a tudo, mas com visual repaginado, controles mais fluidos e uma apresentação bem mais palatável para quem não aguenta a rigidez do título de 1997.
Por causa da controvérsia que cercou o desfecho do Postal original, essa versão trouxe um final reformulado, além de um sistema de pontuação que incentiva refazer as fases em busca de classificações melhores, no estilo arcade. É uma camada de rejogabilidade que o jogo base não tinha e que agrada quem gosta de perseguir recordes pessoais.
A adição mais celebrada, porém, é o modo cooperativo para até quatro jogadores, no qual cada um controla o seu próprio Postal Dude para dividir a carnificina. Foi a primeira vez que a campanha clássica pôde ser encarada em grupo, o que transforma completamente o ritmo e o tom da experiência, puxando a série para o território da diversão compartilhada.
Disponível também em PS4 e Nintendo Switch e frequentemente vendido por um valor simbólico, o Redux é a forma mais acessível e amigável de conhecer as raízes de Postal sem enfrentar a barreira técnica do original. Quem curte encarar esse tipo de campanha em grupo pode gostar da nossa lista de melhores jogos cooperativos.
3. Postal
Metascore: 56

- Plataforma(s): PC, Android, Dreamcast
- Desenvolvedora: Running with Scissors
- Gênero(s): Tiro isométrico
O jogo que começou tudo. Publicado pela Ripcord Games, o Postal original é um tiro isométrico visto de cima em que o objetivo básico é sobreviver eliminando os inimigos hostis espalhados por mapas cada vez mais tensos. É cru, direto e implacável, e foi exatamente esse tom sombrio, somado ao humor negro afiado, que fincou o alicerce de toda a franquia e rendeu a fama controversa que a acompanha até hoje.
Curiosamente, ele figura entre os mais bem avaliados da série, acima de vários sucessores. A explicação está no valor histórico e na personalidade: mesmo com os controles datados, o jogo mantém uma intensidade e uma identidade que muitos fãs consideram insuperáveis. É comum encontrar quem prefira essa versão original a qualquer refinamento posterior, justamente pela ausência de meios-termos.
A vantagem prática é imbatível para quem quer conhecer as origens: o Postal original é totalmente gratuito no Steam. A Running with Scissors abriu o código-fonte do jogo e depois o transformou em freeware, então dá para experimentar as raízes da série sem gastar um centavo. Ele também recebeu o relançamento Postal Plus, que incluía o add-on Special Delivery com fases extras.
Vale lembrar ainda que foi esse clima, mais do que a história, que inspirou a adaptação cinematográfica de Uwe Boll, embora o filme beba bastante do Postal 2. Como ponto de partida gratuito, é a maneira mais barata de entender de onde veio toda a polêmica antes de partir para os títulos maiores.
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2. Postal 2: Share the Pain
Metascore: 59

- Tipo: DLC de Postal 2
- Plataforma(s): PC
- Desenvolvedora: Running with Scissors
- Gênero(s): FPS, multiplayer
Segunda colocação para um DLC pode surpreender, mas o Share the Pain conquistou notas mais altas que o próprio Postal 2, tanto da crítica quanto do público, e o motivo é simples: ele levou toda a bagunça sangrenta da série para o multiplayer. Foi o primeiro conteúdo adicional lançado para o segundo jogo, e transformou a experiência solitária do Postal Dude em uma zona de guerra coletiva.
O pacote adicionou quatro modos pensados para a diversão em grupo: DeathMatch, Team DeathMatch, além dos criativos Snatch e Grab, que fogem do padrão de mata-mata. A lógica é a mesma que se veria depois no Postal Redux, a de que a violência caricata da franquia fica ainda melhor quando compartilhada com outras pessoas, virando quase um pátio de recreio caótico.
Para completar, o DLC introduziu uma nova arma e duas áreas inéditas para explorar, ampliando o mapa mental de quem já dominava o Postal 2 base. Não é um produto que se joga isolado, já que depende do jogo principal, mas agrega uma camada de rejogabilidade que ajuda a explicar por que Postal 2 continua tão vivo tantos anos depois.
Na prática, ele funciona como a prova de conceito do multiplayer da série, muito antes de o cooperativo virar padrão em outros títulos. Para grupos de amigos que curtem humor pesado e partidas sem compromisso, é um dos motivos para manter o Postal 2 instalado.
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1. Postal: Brain Damaged
Metascore: 71

- Plataforma(s): PC, PS4, PS5, Nintendo Switch
- Desenvolvedora: Hyperstrange
- Gênero(s): FPS
O topo do ranking guarda a maior surpresa da série: o jogo mais aclamado e querido não foi feito pela Running with Scissors, e sim pela Hyperstrange, com a bênção do estúdio original. Brain Damaged pega tudo o que os fãs amam no Postal clássico e o reembala como um FPS moderno e veloz, no estilo boomer shooter que homenageia os grandes nomes dos anos 90, com movimentação ágil, ação ininterrupta e um arsenal criativo.
A ambientação é o grande diferencial. Em vez de uma cidade aberta, o jogo mergulha na mente perturbada do Postal Dude, criando fases surreais e coloridas que fogem completamente do realismo sujo dos títulos anteriores. Essa liberdade visual, somada a uma jogabilidade afiada, provou que dava para fazer um jogo Postal genuinamente bom sem abrir mão do humor ácido que define a marca.
É justamente por essa combinação que a comunidade recomenda Brain Damaged como o melhor ponto de entrada para quem gosta de FPS old school ao estilo Doom e Quake. Ele exige reflexos e ritmo, não paciência para explorar, e por isso agrada tanto os veteranos da série quanto os recém-chegados que buscam ação direta e polida em vez de um sandbox de bagunça.
Disponível em PC, PlayStation e Nintendo Switch e com descontos generosos frequentes, é o título que mostrou que a franquia ainda tem fôlego criativo. A recepção positiva deixou muita gente torcendo por mais jogos nesse formato, um raro consenso em uma série acostumada à polêmica.
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Por onde começar na série Postal
Com tantos títulos e notas irregulares, a dúvida de quem chega agora é sempre por onde entrar. A boa notícia é que a maioria dos jogos é bastante independente na história, então não existe uma ordem obrigatória. A escolha certa depende do que você procura na experiência.
- Quer o clássico cult e a experiência mais autêntica: comece por Postal 2, o sandbox de mundo aberto que define a série, cheio de mods e vendido por quase nada em promoção.
- Prefere FPS rápido no estilo Doom e Quake: vá de Postal: Brain Damaged, o mais bem avaliado e o mais moderno em jogabilidade.
- Quer conhecer as raízes sem gastar: baixe o Postal original, que é gratuito no Steam.
- Curte cooperativo com amigos: Postal Redux oferece co-op para quatro jogadores na campanha clássica, e o Share the Pain traz o multiplayer competitivo de Postal 2.
- O único a evitar: Postal 3, renegado até pelos próprios criadores.
Para uma imersão completa no universo da franquia, vale ainda assistir ao documentário Going Postal, que conta a saga da Running with Scissors, e, para os corajosos, encarar o filme caótico de Uwe Boll. Quem gosta de mergulhar em retrospectivas de franquias pode conferir também nossa lista dos melhores jogos da franquia Persona.
Perguntas frequentes
Qual é o melhor jogo da série Postal?
Pela nota da crítica, o melhor é Postal: Brain Damaged, com Metascore 71, um FPS moderno e frenético feito pela Hyperstrange. Já entre os fãs, Postal 2 costuma ser apontado como o mais icônico e representativo da franquia.
Qual jogo da série Postal é grátis?
O Postal original é totalmente gratuito no Steam. A Running with Scissors abriu o código-fonte do jogo e o transformou em freeware, então dá para jogá-lo sem pagar nada.
O Postal 3 vale a pena?
É o título mais rejeitado da série, com Metascore 24, e a própria Running with Scissors o considera fora do cânone. A maioria dos jogadores recomenda pulá-lo, ainda que ele tenha algum valor como curiosidade sobre um desenvolvimento problemático.
Qual a ordem dos jogos da série Postal?
Na ordem de lançamento vêm Postal, Postal 2 e suas expansões, Postal 3, Postal Redux, Postal 4: No Regerts e Postal: Brain Damaged. Como cada jogo é bastante independente na história, não é obrigatório seguir essa sequência para aproveitar.
Postal tem para PlayStation e Nintendo Switch?
Sim. Postal 4, Postal: Brain Damaged e Postal Redux estão disponíveis para consoles como PlayStation e Nintendo Switch. Já Postal 2 e o Postal original seguem exclusivos de PC.

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