PS6
O PlayStation 6 ainda não foi anunciado oficialmente pela Sony, mas o volume de vazamentos, estimativas e documentos internos que circulam pelo setor já permite traçar um retrato razoavelmente detalhado do que está por vir. A ressalva obrigatória se aplica: muita coisa pode mudar antes do lançamento, e a própria Sony provavelmente ainda está ajustando decisões.
Quando chega e quanto vai custar
A Sony seguiu um ciclo notavelmente regular ao longo das gerações, com intervalos de sete anos entre o PS3 (2006), o PS4 (2013) e o PS5 (2020). Aplicando o mesmo padrão, 2027 seria a janela natural para o PS6, e essa era a previsão dominante entre os principais vazadores, como Moore’s Law Is Dead (MLID) e o insider da AMD KeplerL2. O cenário, porém, ficou mais nebuloso. Em fevereiro de 2026, a Bloomberg citou fontes próximas à Sony indicando que a empresa considera adiar o lançamento para 2028 ou até 2029, em grande parte por causa da contínua escassez de memória RAM. Se confirmado, seria o maior intervalo entre consoles PlayStation da história, e abriria espaço para a Microsoft capitalizar com o Project Helix, ainda previsto para o final de 2027.
No campo dos preços, as estimativas mais conservadoras situam o PS6 entre US$ 500 e US$ 600, mas alguns analistas elevam essa projeção para a faixa de US$ 700 a US$ 900, dependendo da configuração de memória. O lançamento do PS5 Pro por US$ 699 em 2024 pode ter estabelecido um novo patamar psicológico para o hardware PlayStation.
Hardware: o que os vazamentos revelam
A parceria da Sony com a AMD continua garantida. As especificações que circulam apontam para uma APU personalizada fabricada no processo TSMC N2 (2nm), com processador AMD Zen 6, GPU com arquitetura RDNA 5 e memória GDDR7 com largura de banda de aproximadamente 640 GB/s. O desempenho de rasterização deve ser cerca de três vezes maior que o do PS5, com a contagem de teraflops saltando para algo entre 34 e 40 TFlops. O foco declarado, no entanto, é o ray tracing: os vazamentos sugerem um salto de 6 a 12 vezes em relação ao PS5 graças aos avanços da RDNA 5.
Parte dessas inovações nasceu do Projeto Ametista, uma iniciativa conjunta entre Sony e AMD focada em aprendizado de máquina. Em outubro de 2025, a AMD revelou três tecnologias centrais do projeto: Matrizes Neurais para escalonamento e redução de ruído via IA, Núcleos Radiance dedicados ao ray tracing que liberam os shaders para outras funções, e Compressão Universal, que aumenta efetivamente a largura de banda disponível sem exigir upgrades de hardware. O arquiteto do PS5, Mark Cerny, praticamente confirmou a presença dessas três tecnologias no PS6.
O portátil: Projeto Canis
Um dos elementos mais surpreendentes do ecossistema PS6 é a forte indicação de que a Sony lançará um console portátil dedicado junto com o PS6, ou logo após. Internamente chamado de Projeto Canis, o dispositivo usa uma APU monolítica em TSMC 3nm, com 4 núcleos Zen 6 para jogos e GPU RDNA 5 com 16 unidades de computação. O desempenho bruto ficaria em torno de metade da capacidade de rasterização do PS5, mas com ray tracing superior graças às melhorias arquiteturais. Crucialmente, o portátil não é um produto separado: faz parte do mesmo ecossistema do console principal, com a mesma biblioteca e as mesmas funcionalidades.
Retrocompatibilidade e jogos
Documentos vazados da AMD confirmam um fluxo de trabalho ativo para garantir retrocompatibilidade com PS4 e PS5 no PS6. Isso representa acesso imediato a milhares de títulos desde o lançamento.
Quanto aos jogos, nenhum título foi oficialmente confirmado para PS6. Os candidatos mais prováveis incluem Intergalactic: The Heretic Prophet da Naughty Dog, além de uma lista extensa de títulos multiplataforma previstos para 2027 e 2028, como The Witcher IV, BioShock 4, Elder Scrolls VI, Hogwarts Legacy 2, Metro 2039 e o Remake de Final Fantasy VII Parte 3, entre outros.
O PlayStation 6 ainda não foi anunciado oficialmente pela Sony, mas o volume de vazamentos, estimativas e documentos internos que circulam pelo setor já permite traçar um retrato razoavelmente detalhado do que está por vir. A ressalva obrigatória se aplica: muita coisa pode mudar antes do lançamento, e a própria Sony provavelmente ainda está ajustando decisões.
Quando chega e quanto vai custar
A Sony seguiu um ciclo notavelmente regular ao longo das gerações, com intervalos de sete anos entre o PS3 (2006), o PS4 (2013) e o PS5 (2020). Aplicando o mesmo padrão, 2027 seria a janela natural para o PS6, e essa era a previsão dominante entre os principais vazadores, como Moore’s Law Is Dead (MLID) e o insider da AMD KeplerL2. O cenário, porém, ficou mais nebuloso. Em fevereiro de 2026, a Bloomberg citou fontes próximas à Sony indicando que a empresa considera adiar o lançamento para 2028 ou até 2029, em grande parte por causa da contínua escassez de memória RAM. Se confirmado, seria o maior intervalo entre consoles PlayStation da história, e abriria espaço para a Microsoft capitalizar com o Project Helix, ainda previsto para o final de 2027.
No campo dos preços, as estimativas mais conservadoras situam o PS6 entre US$ 500 e US$ 600, mas alguns analistas elevam essa projeção para a faixa de US$ 700 a US$ 900, dependendo da configuração de memória. O lançamento do PS5 Pro por US$ 699 em 2024 pode ter estabelecido um novo patamar psicológico para o hardware PlayStation.
Hardware: o que os vazamentos revelam
A parceria da Sony com a AMD continua garantida. As especificações que circulam apontam para uma APU personalizada fabricada no processo TSMC N2 (2nm), com processador AMD Zen 6, GPU com arquitetura RDNA 5 e memória GDDR7 com largura de banda de aproximadamente 640 GB/s. O desempenho de rasterização deve ser cerca de três vezes maior que o do PS5, com a contagem de teraflops saltando para algo entre 34 e 40 TFlops. O foco declarado, no entanto, é o ray tracing: os vazamentos sugerem um salto de 6 a 12 vezes em relação ao PS5 graças aos avanços da RDNA 5.
Parte dessas inovações nasceu do Projeto Ametista, uma iniciativa conjunta entre Sony e AMD focada em aprendizado de máquina. Em outubro de 2025, a AMD revelou três tecnologias centrais do projeto: Matrizes Neurais para escalonamento e redução de ruído via IA, Núcleos Radiance dedicados ao ray tracing que liberam os shaders para outras funções, e Compressão Universal, que aumenta efetivamente a largura de banda disponível sem exigir upgrades de hardware. O arquiteto do PS5, Mark Cerny, praticamente confirmou a presença dessas três tecnologias no PS6.
O portátil: Projeto Canis
Um dos elementos mais surpreendentes do ecossistema PS6 é a forte indicação de que a Sony lançará um console portátil dedicado junto com o PS6, ou logo após. Internamente chamado de Projeto Canis, o dispositivo usa uma APU monolítica em TSMC 3nm, com 4 núcleos Zen 6 para jogos e GPU RDNA 5 com 16 unidades de computação. O desempenho bruto ficaria em torno de metade da capacidade de rasterização do PS5, mas com ray tracing superior graças às melhorias arquiteturais. Crucialmente, o portátil não é um produto separado: faz parte do mesmo ecossistema do console principal, com a mesma biblioteca e as mesmas funcionalidades.
Retrocompatibilidade e jogos
Documentos vazados da AMD confirmam um fluxo de trabalho ativo para garantir retrocompatibilidade com PS4 e PS5 no PS6. Isso representa acesso imediato a milhares de títulos desde o lançamento.
Quanto aos jogos, nenhum título foi oficialmente confirmado para PS6. Os candidatos mais prováveis incluem Intergalactic: The Heretic Prophet da Naughty Dog, além de uma lista extensa de títulos multiplataforma previstos para 2027 e 2028, como The Witcher IV, BioShock 4, Elder Scrolls VI, Hogwarts Legacy 2, Metro 2039 e o Remake de Final Fantasy VII Parte 3, entre outros.





