O melhor jogo de zumbi de todos os tempos é The Last of Us, seguido de Resident Evil Remake, Days Gone, Dead Space e Left 4 Dead 2. Esta lista cobre 38 jogos organizados por tipo, sempre com a plataforma de cada um, e explica por que os três primeiros são todos de PlayStation.
Como Esta Lista Foi Feita
Zumbi é o inimigo mais flexível dos videogames, e é por isso que uma lista única do gênero raramente funciona. O mesmo monstro serve para terror puro, para comédia pastelão, para estratégia em tempo real e para tiro cooperativo com heavy metal no fundo. Comparar Project Zomboid com Plants vs. Zombies é comparar planilha com desenho animado.
Então a organização aqui é por tipo de experiência, e não por posição corrida. Cada entrada traz a plataforma, e a tabela abaixo resume tudo. Um recorte editorial que precisa ser dito na cara: infectado conta. Os Clickers de The Last of Us são humanos tomados por um fungo, os Necromorfos de Dead Space são cadáveres reanimados por uma força alienígena, e os Ganados de Resident Evil 4 são aldeões com um parasita no cérebro. Nenhum é morto-vivo no sentido clássico do Romero, e todos cumprem a função. Tem uma seção sobre essa fronteira mais abaixo.
Um aviso sobre o topo: três dos cinco melhores são exclusivos ou nasceram no PlayStation, e isso não é preferência de casa. É consequência de a Sony ter bancado dois estúdios que levaram o gênero a sério.
Tabela de Todos os Jogos Desta Lista
| Jogo | Tipo | Plataformas | Tem no PlayStation |
|---|---|---|---|
| The Last of Us Part 1 | Sobrevivência | PS4, PS5, PC | Exclusivo de origem |
| The Last of Us Part 2 | Sobrevivência | PS4, PS5, PC | Exclusivo de origem |
| Days Gone | Mundo aberto | PS4, PS5, PC | Exclusivo de origem |
| Resident Evil Remake | Terror clássico | PS4, PS5, Xbox, Switch, PC | Sim |
| Resident Evil 2 Remake | Terror clássico | PS4, PS5, Xbox, PC | Sim |
| Resident Evil 4 Remake | Ação e terror | PS4, PS5, Xbox Series, Switch 2, PC | Sim |
| Dead Space Remake | Terror clássico | PS5, Xbox Series, PC | Sim |
| Dead Space 2 | Terror clássico | PS3, Xbox 360, PC | Só nos antigos |
| Left 4 Dead 2 | Cooperativo | PC, Xbox | Não |
| Back 4 Blood | Cooperativo | PS4, PS5, Xbox, PC | Sim |
| World War Z: Aftermath | Cooperativo | PS4, PS5, Xbox, Switch, PC | Sim |
| Killing Floor 2 | Cooperativo | PS4, Xbox One, PC | Sim |
| Zombie Army 4: Dead War | Cooperativo | PS4, PS5, Xbox, Switch, PC | Sim |
| No More Room in Hell 2 | Cooperativo | PC | Não |
| Dying Light | Mundo aberto | PS4, Xbox One, Switch, PC | Sim |
| Dying Light 2 | Mundo aberto | PS4, PS5, Xbox, Switch, PC | Sim |
| Dying Light: The Beast | Mundo aberto | PS5, Xbox Series, PC | Sim |
| Dead Island | Mundo aberto | PS3, PS4, Xbox, PC | Sim |
| Dead Island 2 | Ação | PS4, PS5, Xbox, PC | Sim |
| DayZ | Sobrevivência | PS4, PS5, Xbox, Switch 2, PC | Sim |
| Project Zomboid | Sobrevivência | PC | Não |
| State of Decay | Sobrevivência | Xbox, PC | Não |
| State of Decay 2 | Sobrevivência | Xbox, PC | Não |
| Unturned | Sobrevivência | PC | Não |
| 7 Days to Die | Sobrevivência | PS5, Xbox Series, PC | Sim |
| Dead Rising | Caos | PS4, Xbox, Switch, PC | Sim |
| Dead Rising 2 | Caos | PS3, PS4, Xbox, PC | Sim |
| Plants vs. Zombies | Estratégia | PS3, PS4, Xbox, Switch, PC, mobile | Sim |
| Zombies Ate My Neighbors | Caos | SNES, Mega Drive, PS4, Switch, PC | Sim |
| Red Dead Redemption: Undead Nightmare | Caos | PS3, PS4, PS5, Xbox, PC | Sim |
| Call of Duty Zombies | Arcade | PS4, PS5, Xbox, PC | Sim |
| The House of the Dead | Arcade | Arcade, Dreamcast, Switch, PS4, PC | Sim |
| The Walking Dead (Telltale) | Narrativa | PS4, Xbox, Switch, PC, mobile | Sim |
| The Walking Dead: Saints & Sinners | Realidade virtual | PSVR2, PSVR, Meta Quest, PC VR | Sim |
| They Are Billions | Estratégia | PS4, Xbox One, PC | Sim |
| Death Road to Canada | Roguelike | PS4, Xbox One, Switch, PC, mobile | Sim |
| The Organ Trail | Roguelike | PC, mobile | Não |
| Urban Dead | Navegador | Navegador | Roda em qualquer coisa |
Jogos de Zumbi de Sobrevivência
A alma do gênero. Aqui o zumbi funciona como ambiente em vez de alvo, e o inimigo de verdade é a escassez.
The Last of Us Part 1
Plataformas: PS4, PS5 e PC. Feito pela Naughty Dog, da Sony.
É o melhor jogo de zumbi já feito, e a imprensa americana concorda com isso de forma quase unânime. A travessia de Joel e Ellie por uma América tomada pela vegetação funciona porque o jogo entendeu a lição que o gênero levou décadas para aprender: o zumbi nunca foi o vilão. Você atravessa milícia, governo repressor, grupo rebelde e traficante de gente, e o infectado é só a paisagem que torna tudo isso possível.
A infecção é fúngica, inspirada no Cordyceps, e essa escolha mudou o design inteiro. O Clicker é cego e enxerga por ecolocalização, o que transforma cada sala num problema de som em vez de mira. Você não atira, você prende a respiração.
Munição escassa, furtividade obrigatória, e um combate corpo a corpo que faz cada golpe doer. A Naughty Dog nunca decepciona no hardware da Sony, e este é o exemplo máximo disso. A adaptação da HBO trouxe uma onda inteira de gente nova para o gênero, e ela chegou aqui primeiro.
The Last of Us Part 2
Plataformas: PS4, PS5 e PC.
Eleva o drama e a ação do antecessor e costura os dois numa campanha implacável de 25 horas. O mal não escolhe lado no universo da Naughty Dog: você encontra escravagista, milícia, culto religioso e infectado, e em algum momento você vira o monstro da história de outra pessoa.
A variedade micológica de morto-vivo está mais assustadora do que nunca em estética, som e movimento, e a sequência traz dois tipos novos de infectado, incluindo uma monstruosidade única que lembra o terror de Inside.
É o jogo mais divisivo desta lista e o mais tecnicamente perfeito. Se você quer saber por que o gênero merece respeito, jogue os dois em sequência.
Days Gone
Plataformas: PS4 e PS5 primeiro, e PC depois. Feito pelo Bend Studio, da Sony.
Uma correção que precisa abrir esta entrada, porque a internet inteira repete o erro ao contrário: Days Gone nasceu no PlayStation 4 e só depois chegou ao PC. Não foi o contrário. Artigos americanos publicaram a inversão e a tradução espalhou.
Feito isso: nenhum jogo desta lista entende horda como este. Algumas passam de 500 zumbis na tela ao mesmo tempo, e isso muda tudo. Não existe enfrentar. Existe correr, atrair, explodir e rezar. Os Freakers são rápidos, violentos, e em grupo eles são um líquido que preenche a rua.
O Oregon pós-colapso é hostil e melancólico, com animal selvagem e bandido oportunista dividindo espaço com os infectados. Deacon St. John é ex-motoqueiro fora da lei procurando pistas sobre a esposa, e a moto dele é personagem: acaba gasolina, quebra, e melhora peça por peça. Quando ela morre no meio do nada com uma horda vindo, o jogo inteiro faz sentido.
Se você quer ver a moto dele no contexto certo, ela está entre os melhores jogos de moto pelo mesmo motivo.
DayZ
Plataformas: PS4, PS5, Xbox, Switch 2 e PC. Já apareceu no PS Plus mensal.
Nasceu como mod, lançou com recepção terrível, e hoje é pedra fundamental do multiplayer inteiro, não só do gênero zumbi. O boom de sandbox de sobrevivência da última década começou aqui, e o DayZ ainda entrega a melhor versão da própria fórmula.
Você passa a fase nervosa voando de estufa em posto de gasolina atrás de equipamento e evitando conflito. E aí vem o que faz o jogo ser o jogo: o morto-vivo não é o que assombra cada passo seu. É o outro jogador. O DayZ não impõe moral nenhuma. O estranho na estrada pode te dar comida, formar aliança temporária ou te matar pela sua lata de feijão, e você não tem como saber antes.
Depois que você sobrevive de refrigerante e sobra, o jogo abre. A estufa vira terreno agrícola. Existe potencial para comércio, fazenda grande e aldeia estável. É um jogo de simulação de colapso social disfarçado de jogo de zumbi, e a ameaça de perder horas de progresso num tiro faz cada minuto pesar.
Project Zomboid
Plataformas: PC. Está em acesso antecipado há mais de uma década e tecnicamente ainda não lançou.
A simulação de apocalipse zumbi mais ambiciosa já feita, escondida atrás de pixel isométrico. E a tese dele está escrita na tela de abertura: você vai morrer. Não existe helicóptero de resgate, não existe objetivo final, não existe vitória. Você é um ninguém adiando o inevitável.
O sistema é implacável e vai muito além de matar zumbi. Fome, cansaço, doença, infecção, e até o estado mental do personagem afetam o desempenho. Tédio é uma estatística. Depressão é uma estatística. Você lê livro para não enlouquecer.
Cada casa esconde recurso ou perigo, e o mapa recompensa planejamento de longo prazo. Dá para montar base, plantar comida e construir defesa, e você só está atrasando o fim. É o jogo com a maior densidade de sistema desta lista e o que mais gera história boa de contar depois.
Relacionado: roguelikes, se a ideia de morrer e recomeçar te interessa mais que a de vencer.
State of Decay
Plataformas: Xbox e PC. Não tem versão de PlayStation.
A regra que define o jogo é morte permanente. Cada sobrevivente do seu grupo tem atributo, habilidade e história, e quando um morre, morreu. Não volta. Fadiga e ferimento cobram preço, e alternar entre personagens no ritmo certo é metade da estratégia.
Você recruta gente, monta acampamento, melhora a base e sai atrás de arma, recurso e veículo. Cada saída é uma aposta com uma pessoa que você aprendeu a gostar. A edição Year One Survival ampliou o conteúdo.
State of Decay 2
Plataformas: Xbox e PC. A edição Juggernaut é a definitiva.
Narrativamente ele perde para o primeiro, e mecanicamente ganha em tudo. O foco sai do herói solitário e vai para o grupo, que é justamente o que separa este jogo dos outros do gênero: quase todo jogo de zumbi aposta em isolamento, e aqui a solidão não existe.
Você escolhe quem entra na comunidade, distribui função conforme a habilidade de cada um, fortalece a defesa, e sai com um personagem por vez atrás de comida, combustível ou remédio. Toda vez que você aceita mais um estranho, aceita mais um personagem jogável com história própria.
Como cada partida gera personalidades diferentes e a dificuldade é ajustável, nenhuma run se parece com a anterior. Tem defeito, e o State of Decay 3 está a caminho, o que faz deste um bom momento para entrar na série.
Unturned
Plataformas: PC, e é gratuito.
Mistura o visual de blocos do Minecraft com a estrutura de sobrevivência do DayZ, e o resultado é mais sério do que a captura de tela sugere. Você lida com morto-vivo, gerencia item para se manter saudável e enfrenta o perigo dos outros jogadores humanos.
O que mantém ele vivo é o mod. A variedade de sandbox e a quantidade de conteúdo criado pela comunidade fazem cada volta parecer nova. É de graça, então o único custo de tentar é o seu tempo.
7 Days to Die
Plataformas: PS5, Xbox Series e PC.
Não cabe num gênero só: é mundo aberto, RPG, defesa de torre e sobrevivência ao mesmo tempo. Você cria arma e item, cata recurso e explora um mapa grande, e a cada sete dias no jogo vem a Blood Moon, uma noite em que a horda inteira vai atrás de você especificamente.
Essa é a genialidade da estrutura: o jogo tem um relógio, e o relógio é público. Você sabe exatamente quando o inferno chega, e passa a semana inteira construindo para aquele momento. Nenhum outro jogo desta lista dá ritmo assim para a sobrevivência.
Jogos de Zumbi de Terror Clássico
Corredor apertado, munição contada e a certeza de que virar a esquina é decisão. É onde o gênero nasceu, e onde o PlayStation tem catálogo.
Resident Evil Remake
Plataformas: PS4, PS5, Xbox, Switch e PC, na versão HD Remaster.
O segundo melhor jogo de zumbi que existe, e a razão cabe em duas palavras: Crimson Head. Todo jogo do gênero ensina a matar zumbi e seguir em frente. Este envenena a lição: o corpo que você não queimou levanta depois, mais rápido, mais forte, com garra.
Queimar exige combustível, e combustível é finito. De repente cada cadáver no chão é uma conta: gasto recurso agora ou aceito que este corredor, que preciso atravessar mais dez vezes, vai ficar mortal? A Mansão Spencer inteira vira mapa de risco calculado, e o jogador para de pensar em salas e passa a pensar em rotas.
O que ele ainda acerta e quase todo mundo erra é a solidão. Não existe outro pulso num raio de quilômetros, e essa desolação permanece intacta no remaster. A Lisa Trevor adiciona horror trágico, os Hunters continuam apavorando, e a arma de defesa que evita a mordida no último segundo é misericórdia calculada.
Se você quer o ranking completo da franquia, o melhor Resident Evil discute isso em profundidade.
Resident Evil 2 Remake
Plataformas: PS4, PS5, Xbox e PC.
É o jogo com os melhores zumbis do gênero, e o motivo é o sistema de dano visível. Cada tiro arranca carne no ponto exato do impacto: o joelho estoura e ele rasteja, o braço some e ele para de agarrar, o crânio abre em camadas. Você lê o dano no corpo dele em vez de adivinhar.
Nada nesta lista se compara à sensação de perceber que Raccoon City inteira está vindo devagar na sua direção. O Mr. X patrulha o prédio inteiro e o som dos passos dele no andar de cima reescreve a sua rota em tempo real.
Dá para escolher entre Leon e Claire, e a narrativa se adapta. É a melhor porta de entrada da franquia para quem nunca jogou.
Resident Evil 4 Remake
Plataformas: PS4, PS5, Xbox Series, Switch 2 e PC.
Ele entra aqui com uma ressalva honesta: os inimigos não são zumbis. Os Ganados são aldeões infectados por um parasita mental chamado Las Plagas, e eles correm, coordenam, usam ferramenta e falam entre si. É outra coisa, e o efeito é o mesmo.
No remake eles ficaram mais espertos e mais cruéis, o que obriga o jogador a variar rota e usar o cenário. O Dr. Salvador, o homem da motosserra, e os Verdugos continuam entre os inimigos mais assustadores do meio, e o Regenerador é pesadelo puro.
Tudo subiu de nível: a faca ganhou parry e durabilidade, os quick time events sumiram, e a Ashley virou aliada útil em vez de objeto que grita.
Dead Space Remake
Plataformas: PS5, Xbox Series e PC.
A USG Ishimura é, ao lado da Mansão Spencer, o melhor cenário isolado que o gênero já produziu. É uma nave de mineração morta, e o jogo transforma ela em labirinto sem tela de carregamento, com HUD mínimo desenhado dentro do traje do Isaac para você nunca sair do mundo.
Os Necromorfos são cadáveres reanimados com design de horror cósmico e movimento espasmódico, e o jogo inventou uma regra que o gênero inteiro copiou: tiro na cabeça não resolve. Você precisa decepar membro. É desmembramento estratégico, e ele nasceu aqui.
Enquanto o Isaac explora, ele ouve gemido distante, arranhão e sinal de vida o tempo todo, e a mensagem é que você nunca está seguro. O remake deu voz ao protagonista, refez os sistemas e aprofundou a narrativa sem trair o original. O Dead Space foi inspirado no Resident Evil 4 e devolveu o favor virando referência própria.
Dead Space 2
Plataformas: PS3, Xbox 360 e PC. Só nos antigos.
Está espremido no meio da franquia e muita gente séria considera ele o melhor do grupo. Excelência cinematográfica, história envolvente e um nível de rejogabilidade surpreendente para um jogo de terror.
A troca é clara: o original aposta em tensão de queima lenta, recurso limitado e claustrofobia, e o 2 abre para a ação sem perder o susto. Quem quer horror puro fica no primeiro. Quem quer o pacote mais completo pega este. Ele não ganhou remake, e o pedido dos fãs é constante.
Jogos de Zumbi Cooperativos
A família mais divertida do gênero, e a única em que o PlayStation perde feio para o PC.
Left 4 Dead 2
Plataformas: PC e Xbox. Nunca saiu no PlayStation. Os servidores continuam vivos.
O melhor cooperativo de zumbi já feito, e a Valve nunca fez o terceiro. Quatro sobreviventes, mapas curtos, casa segura como ponto de controle, e onda atrás de onda. A diferença para tudo que veio antes: estes zumbis não andam, eles correm.
Os especiais é que fazem o jogo. O Boomer explode e cobre você de vômito que atrai a horda. A Witch é fotossensível e chora no escuro, e apontar a lanterna para ela é sentença. O Smoker puxa você de longe, o Hunter prende no chão. Cada um existe para separar o grupo, e o grupo separado morre.
Tem modo PvP em que um lado joga como os zumbis especiais, o que é onde o jogo fica genial. O Bill aparece em Dead by Daylight e no Dying Light, o que diz muito sobre o tamanho do legado. É o melhor dos jogos cooperativos que existem, e ele não está no seu console.
Back 4 Blood
Plataformas: PS4, PS5, Xbox e PC.
É o sucessor espiritual do Left 4 Dead feito por parte da equipe original, e ele é o motivo de o dono de PlayStation ter acesso ao gênero. Nunca alcançou a popularidade do antecessor, e a comparação é injusta com qualquer jogo.
A adição própria é o sistema de cartas, um baralho de melhorias que você monta antes da partida e que muda a build da run inteira. A ideia é boa e divide opinião. A história empalidece perto de The Last of Us e Resident Evil, e não é para isso que você liga o jogo.
Para ação frenética com três amigos, resolve. E é o que tem no PS5.
World War Z: Aftermath
Plataformas: PS4, PS5, Xbox, Switch e PC.
Nenhuma parte dele impressiona sozinha, e mesmo assim não existe jogo melhor para ceifar milhares de zumbis com amigos ou estranhos. Ele pegou a única coisa memorável do filme do Brad Pitt e transformou em mecânica: a horda que corre pela rua e transborda na esquina como rio de represa arrebentada, escalando uns nos outros para formar pirâmide de carne.
Pega ideia do Left 4 Dead e adiciona classe com progressão persistente. São seis: o Slasher ganha vida ao matar em sequência, o Fixer planta armadilha para segurar área, e por aí. A campanha viaja de Nova York a Tóquio e Jerusalém.
Ele recebeu a revisão Aftermath com locais, personagens e modos novos. Se você quer escala, é este.
Killing Floor 2
Plataformas: PS4, Xbox One e PC. Até 6 jogadores.
Corrida caótica ao som de heavy metal indisciplinado, e a trilha não é enfeite: ela reage ao ritmo do combate e sobe quando a onda aperta. Zumbi de toda forma e tamanho vem rápido, e as classes têm força e fraqueza reais.
O que eleva ele acima do tiro puro é a economia. Entre as ondas você compra equipamento, e a pergunta é sempre a mesma: gasto o dinheiro ensanguentado agora ou guardo para o confronto pior que vem? É decisão tática vestida de festa de sangue.
Dá para jogar como zumbi contra os humanos. É o melhor da lista para pegar e jogar sem compromisso.
Zombie Army 4: Dead War
Plataformas: PS4, PS5, Xbox, Switch e PC.
O spin-off de Sniper Elite é melhor que a série principal, e é isso mesmo que está escrito. Ele pega a estrutura de horda para quatro jogadores do Left 4 Dead e joga na Segunda Guerra, com zumbi nazista e ocultismo.
A herança do Sniper Elite é a razão de tudo: a câmera de raio X que acompanha a bala em câmera lenta atravessando crânio, órgão e osso. Aplicada em morto-vivo, ela vira grotesca de um jeito que o jogo assume com prazer. Somando o desmembramento realista, é o jogo mais explicitamente violento desta lista.
No More Room in Hell 2
Plataformas: PC, em acesso antecipado.
O primeiro era um mod cult, adorado pelos fãs e cru como pedra. A sequência veio do estúdio de Chivalry 2 e refez a fórmula: mundo maior, sistemas mais fundos, e a experiência cooperativa mais tensa que o gênero tem hoje.
A inversão de design é o que interessa. Em vez de manter os quatro jogadores colados, ele espalha o grupo pelo mapa e obriga o reencontro no meio do caos. Você passa metade da partida sozinho, ouvindo os outros no rádio, e a reunião é a recompensa. Nenhum outro cooperativo de zumbi tenta isso.
Jogos de Zumbi em Mundo Aberto
Cidade inteira infestada, parkour no telhado e arma improvisada. É onde o gênero foi ganhar escala.
Dying Light
Plataformas: PS4, Xbox One, Switch e PC. A edição com a expansão The Following é a certa.
Surpresa da Techland e um dos jogos mais vendidos do gênero. Você é Kyle Crane, agente enviado a Harran para recuperar documentos, e a cidade é o personagem: densa, detalhada, e desenhada para ser escalada.
A mecânica que define tudo é o ciclo de dia e noite. De dia o zumbi é lento e você é o predador. À noite aparecem os Volatiles, que correm, escalam e caçam, e o jogo vira fuga pura. Nenhum outro jogo desta lista transforma o relógio em vilão desse jeito, e você passa a tarde inteira se preparando para não ser pego na rua quando escurece.
O sistema de progressão desbloqueia habilidade conforme você usa: correu muito, corre melhor. Bateu muito, bate melhor. Somado ao crafting de arma e ao coop, dá o pacote mais equilibrado da franquia.
Dying Light 2: Stay Human
Plataformas: PS4, PS5, Xbox, Switch e PC. Coop para quatro.
O sistema de parkour é o melhor da série e o que separa ele dos rivais. O resto é confuso, e vale dizer isso: os ícones de mapa e as distrações laterais saíram da fórmula da Ubisoft, e a escalada saiu do Mirror’s Edge.
Mas a verticalidade contamina todo o resto do jogo e transforma ele numa aventura exploratória de verdade. A dica prática: ignore as missões repetitivas e vá para os telhados, que foram construídos com meandro vertical em mente. Tem sistema de decisão que muda o rumo da cidade.
Dying Light: The Beast
Plataformas: PS5, Xbox Series e PC. Kyle Crane voltou.
A versão mais refinada da série, e ela é o oposto do que sequência de jogo costuma fazer. O mapa combina área urbana desenhada com precisão para o parkour com floresta escura e opressiva, povoada por Volatiles que mudam completamente a dinâmica.
A escolha que define o jogo: ele reduz o poder do jogador de propósito. O combate é mais arriscado, o recurso mais valioso, o erro mais punitivo. Depois de duas sequências em que você virava semideus de telhado, a Techland resolveu que sobreviver é o assunto, não dominar. É o retorno ao que a franquia sempre deveria ter sido.
O protagonista do primeiro jogo voltou e a história é o ponto alto da série. Se você só vai jogar um Dying Light no PS5, é este.
Dead Island
Plataformas: PS3, PS4, Xbox e PC.
Ficou famoso por um trailer em câmera lenta e chorosa que não tinha nada a ver com o jogo, e o jogo ainda assim é sólido. O foco é arma branca, com arma de fogo rara nas fases iniciais, e o sistema de projeto deixa você criar melhoria bizarra para o remo, o facão e o cano.
Teve problema de desempenho e carregava um charme bruto que segurou muita gente. No mínimo, entregou horas de caos cooperativo.
Dead Island 2
Plataformas: PS4, PS5, Xbox e PC.
Passou quase uma década no inferno do desenvolvimento, trocou de estúdio três vezes, e saiu bom. Isso sozinho já é notícia. Você é um dos seis Slayers, imune à infecção, preso em Hell-A, uma Los Angeles de praia bonita e rua cheia de morto-vivo.
A imunidade vira mecânica: você ganha poder especial em vez de barra de infecção. O sistema estrela é o FLESH, que modela a carne do zumbi em camadas e faz o dano aparecer exatamente onde você bateu, derretendo osso, queimando pele e expondo músculo. É o gore mais bem produzido do meio.
A história existe e não é por ela que você liga o jogo. É pela variedade de habilidade, pelo baralho de Slayer Skills e por criar arma que literalmente derrete gente. Tenha estômago.
Jogos de Zumbi de Caos e Humor
Nem todo apocalipse precisa ser sério. Esta seção é a prova de que o gênero envelhece melhor quando ri de si mesmo.
Dead Rising
Plataformas: PS4, Xbox, Switch e PC. Desenvolvido pela Capcom.
A mesma empresa do Resident Evil provou que sabe fazer o oposto. Em vez de cenário desolado e susto, o Dead Rising aposta numa quantidade cômica de morto-vivo e vira o susto pelo avesso: o medo aqui é da multidão, não do escuro.
Você é Frank West, fotojornalista preso num shopping tomado, e a graça é usar tudo que a loja oferece como arma. Halter, machado, guarda-chuva, tábua de skate. Tem relógio correndo e sobrevivente para resgatar ao mesmo tempo, o que cria uma tensão de agenda que a série depois abandonou.
As sequências foram para o absurdo total e o primeiro continua mais contido. É o mais icônico da franquia.
Dead Rising 2
Plataformas: PS3, PS4, Xbox e PC.
Mais variedade, mais polimento e dificuldade mais acessível que o primeiro. E a premissa é a mais doentia da lista: Chuck Greene precisa de dinheiro para comprar Zombrex, o remédio que impede a filha infectada de virar zumbi, e a dose é diária.
Para isso ele participa de um reality show de matar morto-vivo. O jogo transforma o pai desesperado em palhaço de arena, e a piada é amarga de propósito. A criação de arma é o auge da série: motosserra em remo, prego em taco, sabre de luz.
Plants vs. Zombies
Plataformas: PS3, PS4, Xbox, Switch, PC e mobile.
Muita gente vê ele como impostor nesta lista, e ele foi o jogo de zumbi mais jogado do planeta por anos. Defesa de torre com girassol, ervilha e noz, contra morto-vivo de balde na cabeça e corredor de atletismo.
O motivo de funcionar é a economia solar: o girassol produz sol, e sol compra defesa, então cada casa vazia é uma escolha entre crescer agora ou sobreviver já. É estratégia de verdade escondida em desenho animado.
Virou franquia grande e chegou a vários consoles, e a versão de celular é gratuita. É o jogo desta lista mais fácil de colocar na mão de uma criança, e tem mais opções assim nos jogos grátis para Android.
Zombies Ate My Neighbors
Plataformas: SNES e Mega Drive originalmente, e hoje no PS4, Switch e PC na coletânea da Lucasfilm.
Uma correção que quase toda lista erra, inclusive as americanas: o jogo foi desenvolvido pela LucasArts e apenas publicado pela Konami. Você vai ver os dois nomes por aí, e o crédito criativo é da LucasArts.
Os adolescentes Zeke e Julie enfrentam os monstros do Dr. Tongue armados com pistola de água e lata de refrigerante. O cenário passa por quintal, casa mal-assombrada e pirâmide, e a missão é resgatar os vizinhos alheios ao perigo antes que virem lanche.
É paródia de filme B de terror com trilha excelente, e possivelmente o melhor coop de sofá dos 16 bits. Não envelheceu.
Red Dead Redemption: Undead Nightmare
Plataformas: PS3, PS4, PS5, Xbox e PC. É DLC do Red Dead Redemption.
Outra correção: o protagonista é John Marston, e você vai ver “Marsden” escrito por aí em português. É Marston.
A Rockstar pegou o próprio faroeste melancólico sobre o fim de uma era e transformou em luta desesperada por sobrevivência, reaproveitando o mesmo mundo aberto sob luz nova. Cidade abandonada, rosto familiar tomado pela loucura, ameaça sobrenatural constante.
Funciona porque a estética e a jogabilidade do Red Dead encaixam no gênero sem esforço nenhum: o revólver, o cavalo, o laço. E tem as Quatro Montarias do Apocalipse, cavalos amaldiçoados que você pode domar. É o melhor DLC que a Rockstar já fez.
Narrativa e Realidade Virtual
Onde o zumbi vira desculpa para falar de gente, e onde ele fica perto demais da sua cara.
The Walking Dead: A Telltale Game Series
Plataformas: PS4, Xbox, Switch, PC e mobile. Ganhou Jogo do Ano.
Ele mudou o gênero, e a mudança é fácil de descrever: antes dele, jogo de zumbi era sobre ação ou sobrevivência, e história ficava de lado. Este virou a chave para a jornada movida a personagem e a moralidade humana, algo comum no cinema e inédito nos games.
Lee Everett é um condenado por assassinato tentando se redimir, e ele encontra Clementine, uma menina que perdeu os pais cedo demais. A relação entre os dois está ao lado de Joel e Ellie como a melhor dupla do gênero inteiro.
O medo não vem do caminhante, vem da escolha. Você sabe que uma decisão pequena vai voltar, e volta. Gente morre, o inesperado acontece, e o pior é que você criou vínculo, então quando a coisa ruim chega, parece que foi o seu amigo que você viu ser comido vivo.
Teve várias temporadas e a primeira continua sendo a melhor.
The Walking Dead: Saints & Sinners
Plataformas: PSVR2, PSVR, Meta Quest e PC VR. Desenvolvido pela Skydance Interactive.
O melhor jogo de zumbi em realidade virtual, e um dos melhores jogos de VR de qualquer gênero. Você é o Turista, um sobrevivente imune, navegando por uma Nova Orleans alagada enquanto os Walkers procuram te morder.
O VR muda tudo aqui por um motivo específico: você precisa enfiar a faca no crânio com o próprio braço, e o osso resiste. A física de penetração faz cada morte custar esforço físico de verdade, e depois de dez zumbis você está cansado. Nenhum jogo de tela consegue comunicar isso.
Você fabrica ferramenta, gerencia mochila, e o peso do que você carrega importa. Se você tem PSVR2, este é motivo de compra sozinho. Se quiser ver o resto do catálogo, os jogos de realidade virtual têm mais.
Estratégia, Roguelike e Arcade
Os cantos esquecidos do gênero, e onde estão as ideias mais originais.
They Are Billions
Plataformas: PS4, Xbox One e PC.
Estratégia em tempo real pós-apocalíptica com cenário steampunk, e o nome não é exagero: as hordas são realmente gigantescas. Você constrói e melhora colônia para segurar o morto-vivo do lado de fora, e dá para pausar a ação para planejar cada movimento com calma.
A regra que faz o jogo ser aterrorizante: um zumbi que passa pela sua defesa infecta um colono, que infecta outro, e a sua cidade inteira vira horda em minutos. Não existe erro pequeno. É construção de cidade em que a sobrevivência importa tanto para você quanto para os personagens.
Death Road to Canada
Plataformas: PS4, Xbox One, Switch, PC, Android e iOS.
Roguelike caótico em que dois sobreviventes atravessam os Estados Unidos infestados rumo à fronteira do Canadá, ao longo de duas semanas no jogo. Gráfico realista cria tensão em terror, e às vezes um roguelike 2D de matar zumbi é tudo que o jogador precisa.
O que faz ele funcionar é o gerador de eventos, que produz situação absurda o tempo todo, e o sistema de personagem, que deixa você recrutar quem encontra na estrada, incluindo cachorro. É caos agradável e merece mais reconhecimento.
The Organ Trail
Plataformas: PC e mobile.
Paródia do The Oregon Trail, o simulador educativo de caravana pioneira que foi praticamente o único jogo de PC que as crianças da escola americana jogaram nos anos 90. A piada é trocar a disenteria pela pandemia de zumbi, e a piada funciona.
Segue a fórmula da inspiração: manter um grupo vivo, achar comida, gerenciar recurso, e tudo isso num mundo governado por morto-vivo. Tem múltiplos finais, encontro aleatório com chefe e tiroteio contra tipos diferentes. O pixel retrô faz ele parecer relíquia perdida da época, e essa é uma das melhores características.
Urban Dead
Plataformas: navegador. No ar há mais de duas décadas, e é gratuito.
A entrada mais improvável desta lista e uma das mais interessantes. É um MMORPG de zumbi que roda no navegador, feito por uma pessoa só, com cara de site do começo da internet. E ele funciona em tempo real, com uma guerra sem fim entre sobreviventes desesperados e horda errante.
A mecânica que sustenta tudo é a estamina. Cada ação consome, e não existe microtransação para comprar mais. Isso obriga o sobrevivente a equilibrar deslocamento, busca e barricada para garantir que esteja num lugar seguro quando a energia acabar. Zumbi que fica sem estamina longe da horda é cortado na hora.
É a melhor leitura de sobrevivência e dinâmica social do apocalipse que já foi feita, e está escondida num navegador. Se essa categoria te interessa, tem mais nos jogos de navegador para passar o tempo.
Call of Duty Zombies
Plataformas: PS4, PS5, Xbox e PC.
Começou como modo escondido no World at War e virou instituição: quase toda edição da franquia desde então tem Zumbis, e ele sozinho já é maior que a maioria dos jogos desta lista. São mais de 30 mapas diferentes, cada um com dificuldade, local e segredo próprios.
A estrutura é simples e viciante: onda atrás de onda, dinheiro por abate, portas que você compra para abrir o mapa, e a Pack-a-Punch para melhorar arma. Nos últimos anos entraram objetivo e história, e a lore ficou absurdamente complicada de propósito.
Sozinho ou com três amigos. É o melhor da lista para uma sessão de uma hora.
Relacionado: jogos para jogar com amigos, se a companhia importa mais que o tema.
The House of the Dead
Plataformas: arcade, Dreamcast, e o remake do 2 no Switch, PS4 e PC.
O dado mais importante desta lista inteira está aqui, e quase ninguém no Brasil sabe. George A. Romero, o pai do filme de zumbi, atribuiu a este jogo e ao Resident Evil a popularização do zumbi moderno “mais do que qualquer outra coisa”. Não foi o cinema que ressuscitou o gênero na virada do século. Foram os videogames.
É tiro sobre trilhos de fliperama, com pistola de plástico e ramificação de rota conforme quem você salva. Você atravessa corredor e área externa enfrentando morto-vivo e chefe difícil, brigando por sobrevivência e por pontuação ao mesmo tempo.
A dublagem é lendariamente ruim e virou parte do charme. O loop é simples e atemporal, e continua divertido em coop de sofá. Ele merecia estar em muito mais lista.
Zumbi ou Infectado? Onde Fica a Fronteira
Metade das brigas sobre lista de jogo de zumbi cai aqui, então vale resolver de uma vez.
O zumbi clássico, o do Romero, é um cadáver reanimado sem causa explicada, lento, burro e perigoso só em número. Praticamente nenhum jogo grande dos últimos vinte anos usa isso.
O que os jogos usam é infecção, e cada um inventou a sua:
- The Last of Us: fungo Cordyceps que assume o cérebro. A pessoa continua viva. O Clicker é cego e usa ecolocalização.
- Resident Evil: vírus criado em laboratório, e a série tem morto-vivo de verdade. Já os Ganados de RE4 são aldeões com parasita, e correm.
- Dead Space: Necromorfo é cadáver reanimado por artefato alienígena, e só morre por desmembramento.
- Days Gone: Freaker é humano infectado por vírus, rápido e coordenado.
- Left 4 Dead: infecção que faz correr.
A régua desta lista é funcional em vez de purista: se o inimigo é humano transformado, hostil sem negociação, e perigoso em massa, ele conta. Pela régua purista, os três melhores jogos de zumbi da história não seriam jogos de zumbi, e uma definição que exclui The Last of Us, Dead Space e RE4 está descrevendo mal a realidade.
Perguntas Frequentes
Qual é o melhor jogo de zumbi?
The Last of Us. Ele entendeu que o zumbi é o cenário e o humano é o vilão, e nenhum outro jogo do gênero chega perto em narrativa e tensão. Resident Evil Remake vem em segundo pelos Crimson Heads, e Days Gone em terceiro pelas hordas.
Qual o melhor jogo de zumbi para PS5?
The Last of Us Part 1 e Part 2 estão no topo e são exclusivos de origem. Days Gone é o melhor mundo aberto de zumbi do console. Resident Evil 2 Remake tem os melhores zumbis. Dying Light: The Beast é o lançamento mais recente que vale a compra. Para VR, The Walking Dead: Saints & Sinners no PSVR2.
Qual o melhor jogo de zumbi cooperativo?
Left 4 Dead 2, e a má notícia é que ele nunca saiu no PlayStation. No PS5, Back 4 Blood é o sucessor espiritual, World War Z entrega escala de horda, e Killing Floor 2 é o mais divertido para partida curta.
Qual o melhor jogo de zumbi de mundo aberto?
Days Gone, pelas hordas de mais de 500 zumbis e pela moto que vira personagem. Dying Light: The Beast é a alternativa se você prefere parkour a veículo. Dead Island 2 é o mais divertido dos três e o menos assustador.
Qual o jogo de zumbi mais realista?
Project Zomboid, sem discussão. Ele simula fome, cansaço, doença, infecção e até o estado mental do personagem, e parte do princípio de que você vai morrer. DayZ vem em segundo, e nele o perigo maior é o outro jogador. Nenhum dos dois tem versão de PlayStation.
Infectado conta como zumbi?
Nesta lista, sim. Os Clickers de The Last of Us são humanos vivos tomados por fungo, os Necromorfos de Dead Space são cadáveres reanimados por artefato alienígena, e os Ganados de Resident Evil 4 têm parasita no cérebro. Nenhum é morto-vivo clássico do Romero, e todos cumprem a mesma função: humano transformado, hostil e perigoso em massa.






































