Desde 2007, a série Assassin’s Creed construiu uma das linhas do tempo mais ambiciosas dos games — e também uma das mais confusas. Com 14 jogos principais, mais os spin-offs, a ordem em que as histórias acontecem é bem diferente da ordem em que os jogos foram lançados. A resposta rápida: cronologicamente, a saga começa em Odyssey (Grécia Antiga) e termina, por enquanto, na era moderna com o Animus Hub; já por lançamento, tudo começou com o Assassin’s Creed original de 2007. Abaixo você tem as duas ordens lado a lado e, depois, a história completa explicada era por era — já incluindo Assassin’s Creed Shadows, o jogo mais recente, ambientado no Japão feudal.
As duas ordens: cronológica × lançamento
Antes de mergulhar na história, aqui está o mapa rápido. A ordem cronológica segue os acontecimentos dentro do universo do jogo; a ordem de lançamento segue a data em que cada título saiu. Note como elas divergem: Black Flag, por exemplo, é um dos últimos a sair mas se passa antes de AC3.
| Ordem cronológica (história) | Ano no jogo | Ordem de lançamento |
|---|---|---|
| 1. Odyssey | ~452 a.C. | 1. Assassin’s Creed (2007) |
| 2. Origins | ~49 a.C. | 2. Assassin’s Creed II (2009) |
| 3. Mirage | 852 d.C. | 3. Brotherhood (2010) |
| 4. Valhalla | 872 d.C. | 4. Revelations (2011) |
| 5. Assassin’s Creed | 1191 | 5. Assassin’s Creed III (2012) |
| 6. Trilogia de Ezio (II, Brotherhood, Revelations) | 1476–1512 | 6. Liberation (2012) |
| 7. Shadows | 1579 | 7. Black Flag (2013) |
| 8. Black Flag | 1712 | 8. Rogue (2014) |
| 9. Rogue | 1752 | 9. Unity (2014) |
| 10. Assassin’s Creed III / Liberation | 1760–1784 | 10. Chronicles (2015–2016) |
| 11. Unity | 1776 | 11. Syndicate (2015) |
| 12. Syndicate | 1868 | 12. Origins (2017) |
| 13. (Chronicles: China, Índia, Rússia) | 1526–1918 | 13. Odyssey (2018) |
| 14. Era Moderna (Desmond → Layla → Animus Hub) | 2007–presente | 14. Valhalla (2020) |
| — | — | 15. Mirage (2023) |
| — | — | 16. Shadows (2025) |
Se a sua dúvida é “por onde começar a jogar”, há duas escolas: jogar na ordem de lançamento (para ver a série evoluir e entender a história moderna na sequência em que foi contada) ou na ordem cronológica (para acompanhar os eventos históricos em linha reta). A maioria dos fãs recomenda a ordem de lançamento para quem quer entender a trama da era moderna, que é contada fora de ordem se você seguir a cronologia. A partir daqui, seguimos a ordem cronológica da história.
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Os Isu: o começo de tudo

A maior parte da saga se passa em períodos históricos reais, mas tudo começa num território de fantasia. Antes da humanidade existiu uma civilização avançada: os Isu (também chamados de Aqueles Que Vieram Antes ou Primeira Civilização). Eles criaram a humanidade para servir a seus propósitos e forjaram artefatos poderosos, os Pedaços do Éden, capazes de controlar a mente humana — embora algumas pessoas fossem imunes a esse controle.
Quando dois humanos, Adão e Eva, se rebelaram, estourou uma guerra entre os Isu e suas criações. O conflito foi interrompido por um cataclismo: a Grande Catástrofe, uma erupção solar que dizimou os Isu e deixou apenas alguns sobreviventes humanos. Alguns Isu, como Minerva, Júpiter e Juno, previram o evento usando um dispositivo chamado Olho — mas, sabendo que não sobreviveriam, dedicaram-se a alertar a humanidade sobre uma segunda erupção, prevista para 2012.
Juno, com intenções malévolas, planejava usar o Olho para dominar o mundo, mas foi descoberta e aprisionada nele — manipulando para que, numa futura ativação, pudesse ser libertada. Os Isu também influenciaram diversas religiões da humanidade: os deuses nórdicos, por exemplo, eram Isu que se projetaram na Árvore da Vida buscando renascer. Loki não deveria fazer parte disso, mas assassinou um dos Isu e tomou seu lugar — um detalhe que será central em Valhalla e Mirage.
Assassin’s Creed Odyssey (452 a.C.)

O primeiro marco cronológico jogável é Odyssey, na Grécia Antiga, durante a Guerra do Peloponeso. É o ponto mais distante no passado de toda a série. Aqui surge a Ordem dos Antigos, um grupo que usava os Pedaços do Éden para controlar as massas e que, séculos depois, evoluiria para os Templários — os arqui-inimigos dos Assassinos.
A história canônica segue Kassandra, a Portadora da Águia, em sua luta contra o Culto de Kosmos (o precursor dos Templários). O jogador pode escolher jogar como Alexios, mas Kassandra é a protagonista oficial. Momentos cruciais: ela encontra o pai distante, Pitágoras, na mítica Atlântida, e herda o Cajado de Hermes Trismegistus, um artefato Isu que concede imortalidade — o que torna Kassandra uma figura que reaparece milhares de anos depois. Para entender o desfecho complexo dessa jornada, vale ler o final de Odyssey explicado.
Assassin’s Creed Origins (49 a.C.)

Como o nome diz, Origins é a origem da Irmandade. Ambientado no Egito, durante o reinado de Cleópatra, ele acompanha Bayek e sua esposa Aya. Depois que membros da Ordem dos Antigos provocam a morte do filho do casal, os dois fundam os Ocultos (os Hidden Ones) — a organização que dará origem aos Assassinos.
Na jornada de vingança, Bayek e Aya assassinam Júlio César, um membro da Ordem. Ao fim, seguem caminhos separados: Aya parte para Roma para expandir os Ocultos, enquanto Bayek fica no Egito — o que marca o fim do casamento, mas o nascimento formal da Irmandade.
Assassin’s Creed Mirage (852 d.C.)

Um salto de quase mil anos nos leva a Mirage, em Bagdá, 852 d.C., durante a Era de Ouro islâmica. Acompanhamos Basim em sua trajetória de ladrão de rua a Oculto, enfrentando a influência da Ordem na região e tentando entender o espírito que o atormenta.
A grande revelação: Basim descobre que é a reencarnação do Isu Loki. O amigo de infância e o espírito que o persegue são, na verdade, projeções dessa mesma essência, que se fundem após a revelação. O jogo termina com Basim ansiando por reencontrar os outros deuses — um gancho direto para Valhalla. Vale conferir o melhores builds de Mirage para entender a ligação com a era moderna.
Assassin’s Creed Valhalla (872 d.C.)

Valhalla se passa na Inglaterra, durante a expansão viking, e segue Eivor ao lado de outros Assassinos, como Hytham e, principalmente, Basim. Eivor é atormentada por visões de Ragnarok — que, na verdade, ecoam a Grande Catástrofe dos Isu — e segue o rastro até Yggdrasil, o supercomputador Isu na Árvore da Vida.
O jogo revela a transição da Ordem dos Antigos para os Templários, pelas mãos do Rei Alfredo, e termina com Eivor aceitando seu papel como reencarnação de Odin. No clímax, Eivor aprisiona Basim — agora dominado por sua essência de Loki — dentro de Yggdrasil, um ponto que será retomado na era moderna. Uma expansão na Escócia ainda traz a participação especial da imortal Kassandra, de Odyssey.
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Assassin’s Creed (1191)

O jogo que iniciou tudo (em lançamento) se passa entre 1191 e 1193, durante a Terceira Cruzada, no Oriente Médio. Acompanhamos Altaïr, e é aqui que a Irmandade dos Assassinos aparece oficialmente pela primeira vez. Altaïr descobre que seu próprio líder usava uma Maçã do Éden para controlar os Assassinos e, ao tentar destruí-la, acaba ativando o artefato, que revela informações sobre os Isu e a localização de outros Pedaços do Éden. O curta Lineage e os eventos posteriores mostram Altaïr fundando a Irmandade em Constantinopla e escondendo seu conhecimento numa biblioteca secreta — que Ezio buscará séculos depois.
A Trilogia de Ezio (1476–1512)

A era mais aclamada da franquia é a jornada de Ezio Auditore, contada em três jogos — Assassin’s Creed II, Brotherhood e Revelations — que cobrem sua vida entre 1476 e 1512, na Renascença italiana e em Constantinopla.
Em II, Ezio testemunha o assassinato do pai pelos Templários, assume o manto de Assassino e desvenda a conspiração que controla a elite italiana, enfrentando Rodrigo Bórgia. Ao usar uma Maçã do Éden, encontra um holograma de Minerva sob o Vaticano, que alerta sobre a segunda Grande Catástrofe. Em Brotherhood, ele reconstrói a Irmandade e se vinga de Cesare Bórgia. Em Revelations, busca a biblioteca oculta de Altaïr e, ao ativar a Maçã do Éden do antecessor, recebe uma mensagem de Júpiter sobre a Catástrofe. O curta Embers mostra os últimos dias de Ezio, em 1524, quando ele encontra a assassina chinesa Shao Jun — gancho para Chronicles: China.
Assassin’s Creed Shadows (1579)
Aqui entra o jogo mais recente da série, lançado em 2025 e ausente das versões antigas deste guia. Shadows se passa no Japão feudal, começando em 1579, durante o fim do período Sengoku, quando Oda Nobunaga unificava o país em meio a guerras civis. Cronologicamente, ele se encaixa no meio da linha do tempo, entre a Trilogia de Ezio e Black Flag.
É o primeiro jogo desde Syndicate a permitir controlar dois protagonistas canônicos na mesma campanha: Naoe, uma shinobi (kunoichi) com o estilo furtivo clássico da série, e Yasuke, o lendário samurai africano baseado na figura histórica que serviu a Oda Nobunaga, com um estilo de combate mais direto. Além de expandir o conflito Assassino-Templário para o Oriente, Shadows é o primeiro jogo a incorporar o Animus Hub — o novo elo da narrativa moderna, que detalhamos mais adiante. Para conhecer melhor o título, veja a lista dos melhores jogos de Assassin’s Creed.
Assassin’s Creed Chronicles: China (1526)

A subsérie Chronicles (jogos 2D de plataforma) começa cronologicamente aqui, seguindo Shao Jun após seu retorno à China, onde enfrenta a ordem local dos Templários, os Oito Tigres. Eles conseguem tomar a misteriosa caixa de Shao Jun (um item que cruzará vários jogos), mas ela elimina todos os membros e reconstrói a Irmandade na China — embora não recupere a caixa.
Assassin’s Creed 4: Black Flag e Freedom Cry (1712)

Em Black Flag, na Era de Ouro da pirataria (Caribe, 1712–1722), acompanhamos Edward Kenway em sua trajetória até se tornar Assassino, perseguindo o Observatório antes que os Templários o alcancem. Curiosidade da cronologia: embora seja chamado de “4”, Black Flag é, na história, um prequel de AC3 — por isso aparece tão antes na ordem cronológica. É também aqui que nasce o filho de Edward, Haytham Kenway, figura central de AC3.
Freedom Cry se passa logo depois (1735–1737), com Adewale, antigo imediato de Edward, que se junta à Irmandade das Índias Ocidentais para combater o comércio de escravos. Adewale recupera a caixa misteriosa, roubada de Shao Jun séculos antes.
Assassin’s Creed Rogue (1752)

Rogue inverte a perspectiva da série: seguimos Shay Cormac (1752–1760), um Assassino que se desilude com a Irmandade e deserta para os Templários. Trabalhando ao lado de Haytham Kenway, Shay confronta sua antiga seita e provoca a morte de vários membros, incluindo Adewale. O jogo termina com Shay assassinando Charles Dorian, um Assassino francês — pai de Arno, o protagonista de Unity.
Assassin’s Creed III e Liberation (1760–1784)

Os dois jogos compartilham o período (1760–1784) e o cenário da América do Norte, durante a Revolução Americana, mas com protagonistas distintos. Em III, acompanhamos Connor (Ratonhnhaké:ton), que se une à Irmandade Colonial sob Aquiles e enfrenta os Templários — incluindo seu próprio pai, Haytham Kenway, o líder Templário, a quem acaba derrotando.
Liberation segue Aveline na Louisiana, levando uma vida dupla entre a alta sociedade e sua identidade de Assassina. Ela descobre e desmonta os planos dos Templários locais — revelando que a própria madrasta era a líder deles.
Assassin’s Creed Unity (1776)

Unity (1776–1803) acompanha Arno Dorian — filho de Charles Dorian, morto por Shay em Rogue — durante a Revolução Francesa. A jornada de Arno como Assassino começa com a queda da Bastilha e o mergulha nas manipulações dos Templários franceses. O desfecho é trágico: François, líder Templário, se autodestrói ao tentar usar a Espada do Éden, levando consigo Élise, a parceira de Arno.
Assassin’s Creed Chronicles: Índia (1841)

O segundo capítulo das Crônicas apresenta Arbaaz Mir em 1841, em luta contra os Templários britânicos durante as guerras Anglo-Sikh. O líder Templário Sleeman busca o diamante Koh-i-Noor, usando a mesma caixa misteriosa que pertenceu a Bastienne e Shao Jun. Arbaaz protege o diamante e elimina Sleeman, mas não recupera a caixa. O diamante acaba com Ethan Frye — pai dos gêmeos de Syndicate.
Assassin’s Creed Syndicate (1868)

Syndicate se passa na Londres da Revolução Industrial (1868), seguindo os gêmeos Jacob e Evie Frye, filhos de Ethan. Eles se rebelam contra Crawford Starrick, o Templário que controla a cidade, em busca do Sudário do Éden, e são nomeados cavaleiros pela Rainha Vitória. Uma trama paralela leva à Lydia Frye, neta de Jacob, durante a Primeira Guerra Mundial. Uma DLC ainda envolve os gêmeos na caçada a Jack, o Estripador.
Assassin’s Creed Chronicles: Rússia (1918)

O último capítulo das Crônicas segue Nikolai Orelov em 1918, durante a Revolução Russa, em busca da caixa precursora. Ele colabora com Anastasia, sobrevivente da família Romanov ligada a Shao Jun e à caixa. Juntos, vencem os Templários, mas Nikolai acaba desertando dos Assassinos para proteger Anastasia, que eles queriam usar em experimentos.
A Era Moderna: Desmond, Layla e o Animus Hub
Paralela a todas as histórias do passado corre a narrativa da era moderna, acessada pelo Animus — a máquina que permite reviver as memórias dos ancestrais. Ela se divide em fases.
Desmond Miles

Os cinco primeiros jogos principais giram em torno de Desmond Miles, um Assassino capturado pela Abstergo (a fachada moderna dos Templários), que usa o Animus para vasculhar as memórias de seus ancestrais (Altaïr, Ezio, Haytham, Connor) em busca de Pedaços do Éden. Desmond escapa, junta-se à Irmandade e, ao ativar uma Maçã do Éden, é dominado por Juno, matando Lucy sem querer. No clímax, ele se sacrifica para salvar o mundo da segunda Catástrofe solar — libertando Juno no processo.
Abstergo no meio

Após a morte de Desmond, a narrativa segue funcionários da Abstergo que exploram suas memórias para recriar eventos de Black Flag, Unity e Syndicate. Nessa fase, vemos a consciência de Juno interagir com os sistemas da Abstergo, e os antigos aliados de Desmond, Rebecca e Shaun, continuam a luta — eliminando Isabelle, líder Templária, mas descobrindo que os Templários agora operam em aliança com Juno.
Layla Hassan e o Animus Hub

A fase seguinte — vivida nos bastidores de Origins, Odyssey e Valhalla — segue Layla Hassan, uma ex-funcionária da Abstergo que deserta e é recrutada pela Irmandade. Ao reviver as memórias de Kassandra, Layla encontra a própria, ainda imortal, e herda o Cajado de Hermes. Em Valhalla, sua jornada a leva a Yggdrasil, onde ela acaba trocando de lugar com Basim — ficando presa em “The Grey”, uma vida digital após a morte, ao lado da consciência de Desmond, enquanto Basim emerge no mundo moderno.
É aqui que a série deu seu passo mais recente. A Ubisoft reconheceu que a narrativa moderna tinha ficado confusa após a morte de Desmond e a entrada de Layla, e criou o Animus Hub (antes anunciado como “Assassin’s Creed Infinity”) para reorganizar esse lado da história. O Animus Hub estreou em Shadows e funciona como um elo entre os jogos: dele, o jogador acessa os títulos instalados, completa “Projetos” e explora um acervo chamado “o Cofre”, que carrega a narrativa moderna. É o novo centro de gravidade da saga daqui em diante.
O futuro da saga
A linha do tempo não para em Shadows. A Ubisoft já confirmou os próximos passos:
- Black Flag Resynced: um remake completo de Black Flag, com visual e sistemas atualizados (combate, furtividade, parkour e combate naval refeitos). Cronologicamente, ele segue como o próximo jogo depois de Shadows na história, ainda que separados por quase dois séculos.
- Codename Hexe: anunciado para se passar “durante um momento crucial da história”, com forte especulação de que aborde a caça às bruxas na Europa. Os detalhes ainda são poucos, mas é um dos próximos grandes lançamentos em desenvolvimento.
Com o Animus Hub conectando os títulos, a tendência é que a franquia mantenha a estrutura de saltar por diferentes eras históricas, sempre amarrando tudo à narrativa moderna que recomeçou com Basim.
Perguntas frequentes
Qual é a melhor ordem para jogar Assassin’s Creed?
Depende do seu objetivo. Para entender a história da era moderna na sequência em que foi contada, jogue na ordem de lançamento (começando pelo Assassin’s Creed de 2007). Para acompanhar os eventos históricos em linha reta, siga a ordem cronológica (começando por Odyssey). A maioria dos fãs recomenda a ordem de lançamento para iniciantes.
Qual foi o primeiro Assassin’s Creed?
O primeiro jogo lançado foi o Assassin’s Creed original, em 2007, ambientado durante a Terceira Cruzada, com Altaïr. Mas, na cronologia da história, o evento mais antigo jogável é Odyssey, na Grécia Antiga.
Onde Assassin’s Creed Shadows se encaixa na linha do tempo?
Shadows se passa no Japão feudal, a partir de 1579, e fica no meio da cronologia — entre a Trilogia de Ezio (que termina em 1512) e Black Flag (1712). Foi o jogo mais recente lançado, em 2025.
Preciso jogar os anteriores para entender Shadows?
Não é obrigatório. Cada jogo conta uma história histórica relativamente independente. Mas a narrativa moderna (o Animus Hub, presente em Shadows) faz mais sentido para quem conhece os eventos anteriores, especialmente a fase de Basim em Valhalla e Mirage.
Quantos jogos de Assassin’s Creed existem?
São 14 jogos principais, de 2007 a Shadows (2025), além dos spin-offs como a trilogia Chronicles, Liberation, Freedom Cry e Rogue. Somando tudo, a saga passa de 20 títulos jogáveis.

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