Code Violet, Primeiro Exclusivo de PS5 em 2026 Enfrenta Bugs, Falhas e Críticas Devastadoras


Code Violet

O lançamento de Code Violet em 10 de janeiro de 2026, que estreava como o primeiro exclusivo da PlayStation 5 do ano, rapidamente se converteu num caso sério de deceção. Desenvolvido pela TeamKill Media, o título mergulhou para uma pontuação catastrófica de 32/100 no Metacritic, reunindo uma rara unanimidade negativa entre especialistas e comunidade.

A análise crítica é implacável: descreve um combate fraco e sem impacto, enfrentado por inimigos que não apresentam qualquer desafio significativo. A exploração pelos cenários, ainda que por vezes visualmente interessantes, torna-se rapidamente uma tarefa repetitiva e monótona, incapaz de gerar tensão ou sequer um momento genuíno de susto. Esta experiência é constantemente sabotada por uma proliferação de bugs que impedem a jogabilidade fluida.

Do lado dos jogadores, o sentimento é de frustração. A classificação utilizadora afunda-se numa média de 2,4/10, com um esmagador 76% de análises negativas. Os relatos destacam mecânicas confusas e uma ausência gritante de polimento técnico, pintando o retrato de um projeto lançado inacabado.

No meio deste deserto de qualidades, contudo, brilha um único oásis: a protagonista Violet Sinclair. O seu design visual é distintamente elegante e apelativo, ganhando vida adicional através de um sistema de personalização de vestuário que permite aos jogadores alterar o seu visual. Para uma multidão de desiludidos, ela permanece como a única criação notável num jogo que, em todos os outros aspetos fundamentais, falha redondamente.


San Moreira
Sanzio Moreira tem 34 anos e é Jornalista, Fundador e Editor-Chefe do PS Verso. Amante da cultura gamer e sempre apaixonado pelo universo. Atuo como jornalista e Content Manager do mercado de games por 6 anos. Tive a ideia de criar este site exclusivamente pela vontade informar e ajudar a comunidade gamer brasileira.